sexta-feira, 31 de julho de 2020
Polícia Militar atuou juntamente do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado – GAECO
Artistas claudienses participam de reunião sobre Lei Audir Blanc
7° Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais desencadeia Operação de Combate à Explosão de Caixas Eletrônicos.
Homem é encontrado morto dentro de Casa em Cláudio.






MPF defende o direito de casados, pais e mães participarem de concursos militares
Vacina da Johnson & Johnson oferece proteção robusta contra o coronavírus com apenas 1 dose

Após carta ao Papa contra Bolsonaro, protesto anticomunista é marcado em frente à CNBB

quinta-feira, 30 de julho de 2020
Ministério e CNM orientam os municípios sobre o papel dos conselhos tutelares na pandemia.
Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), em parceria com o Conselho Nacional dos Municípios (CNM), divulgou, nesta terça-feira (31), uma carta de recomendações aos prefeitos e gestores municipais sobre o funcionamento dos conselhos tutelares de todo o país durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
O objetivo é esclarecer o posicionamento da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA) acerca do trabalho desenvolvido por esses órgãos em todo o território nacional nesse momento de calamidade pública.
O documento informa que os Conselhos Tutelares “têm como finalidade zelar para que as crianças e os adolescentes tenham acesso efetivo aos seus direitos, ou seja, têm um encargo social para fiscalizar se a família, a comunidade, a sociedade em geral e o Poder Público estão assegurando com absoluta prioridade a efetivação dos direitos, cobrando de todos esses que cumpram com o Estatuto e com a Constituição Federal”.
A carta de orientações lembra o que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera que a função do conselheiro tutelar constitui serviço público relevante. Por isso, destaca que neste período de pandemia do coronavírus (Covid-19), o atendimento não pode ser negligenciado.
Além das orientações dadas no documento, para garantir o bom funcionamento dos Conselhos Tutelares, a SNDCA busca fortalecê-los por meio de estruturação, formação continuada, gestão da informação e articulação com o sistema de garantia de direitos.
Recomendações durante a pandemia
Com relação a postura esperada dos Conselhos Tutelares durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o documento pede, entre outras coisas, que os órgãos competentes sejam informados caso seja necessário o regime de trabalho remoto, inclusive com a fixação de cartazes e informes nos órgãos que fazem parte da rede de proteção.
Pede-se, também, que os conselheiros tutelares sejam incluídos em grupo prioritário de vacinação, bem como os agentes do Sistema Socioeducativo, por se tratar de população com trato direto com o público em geral. Além disso, que seja dada atenção aos órgãos que compõem a rede de proteção (CRAS; CREAS; delegacias especializadas; dentre outros), a fim de que o fluxo se desenvolva de maneira efetiva e não haja interrupções.
Sobre população de rua e adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, a orientação é que seja dada atenção especial com priorização vacinal, por se tratar de público vulnerável.
O documento pede, ainda, que as secretarias de saúde municipais disponibilizem materiais como álcool em gel, máscaras individuais e luvas, a fim de garantir a segurança pessoal para enfrentamento da pandemia e evitar a proliferação do vírus.
Conselheiros que fazem parte de grupo de risco, que manifestem sintomas da doença e idosos acima de 60 anos, devem ser afastados conforme orientação do Ministério da Saúde.
Fonte - Governo Federal.
#Assistentes Sociais São Fundamentais em Meio à Pandemia da Covid-19.
Enquanto isso, na "Terra Mater"....
Divinópolis - Militares da Companhia de Tático Móvel Prendem Autor Pela Prática de Crime de Tráfico de Drogas.
quarta-feira, 29 de julho de 2020
DIRETOR TÉCNICO DO PRONTO ATENDIMENTO DA SANTA CASA DE CLÁUDIO FALA SOBRE O CORONAVÍRUS.
DIRETOR TÉCNICO DO PRONTO ATENDIMENTO DA SANTA CASA DE CLÁUDIO
FALA SOBRE O CORONAVÍRUS.
Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes deanimais, incluindo camelos, gado, gatos e morcegos. Raramente, os coronavírus que infectam animais podem infectar pessoas, como exemplo do MERS-CoV e SARS-CoV. Recentemente, em dezembro de 2019, houve a transmissão de um novo coronavírus (SARS-CoV-2), o qual foi identificado em Wuhan na China e causou a COVID-19, sendo em seguida disseminada e transmitida pessoa a pessoa.
O novo coronavírus é uma doença que pode cursar como assintomática ou com um variado e amplo espectro de sintomas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 85% das pessoas pegarão e passarão pela doença de maneira assintomática. Sua transmissão é quando uma pessoa contaminada entra em contato com outra pessoa através de aperto de mãos, espirros, tosse, gotículas de saliva.
Os principais sintomas da COVID-19 são:
- Dor de garganta; - Coriza; - Tosse; - Febre; - Dificuldade para respirar; - Alteração do paladar; - Perda de olfato; - Cansaço
A prevenção da doença se dá através do isolamento respiratório, ou seja, do uso de máscaras, e através da lavagem frequente das mãos. As mãos são vetores, isso significa que elas ao tocarem alguma superfície contaminada podem levar o vírus até "a porta de entrada" do nosso corpo que são, os olhos, a boca e o nariz.
Quando falamos em distanciamento social, agimos justamente no controle da disseminação do vírus. No distanciamento diminuímos as chances de contato, seja respiratório ou físico, com pessoas/ objetos contaminados.
Ainda não existe medicamento que cure a doença. Tudo que se tem falado até o momento não possui dados concretos, evidência científica robusta que comprove a eficácia de alguns medicamentos no combate ao coronavírus.
Portanto neste momento de crise, de pandemia, devemos ser solidários uns aos outros, evitando a disseminação/ propagação deste vírus. Acima de tudo devemos permanecer firmes na fé e sabedoria para que juntos possamos passar por esse momento.
Cláudio - Ribeirão do Cervo Comemora Instalação de Atena de Telefonia Móvel.
Home office foi adotado por 46% das empresas durante a pandemia
O estudo aponta que 67% das companhias relataram dificuldades em implantar o sistema de home office.
Apesar das dificuldades, 50% das empresas disseram que a experiência com o teletrabalho superou as expectativas e 44% afirmam que o resultado ficou dentro do esperado. No entanto, pouco mais de um terço (36%) disse que não pretende manter o trabalho a distância após o fim da pandemia. Um percentual semelhante (34%) tem a intenção de continuar com o teletrabalho para até 25% do quadro. O restante (29%) quer manter o home office para pelo menos 50% do quadro ou até todos os funcionários.
Mega-Sena pode pagar hoje R$ 6,6 milhões



Prazo para adesão ao programa Tempo de Aprender termina nesta quarta-feira, 30/07

